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terça-feira, 5 de julho de 2011

Tudo o que sobe...


Um dia desce, já dizia um velho clichê. Aliás, vou começar falando de um outro clichê. Sempre que um evento importante de MMA está para começar os jornalistas de sites especializados já começam a tentar predizer os resultados das próximas lutas. Quem acompanha já sabe: Fulano impõe um jogo em pé muito bom, mas no chão ele não é tão afiado, já Cicrano, notório faixa-preta de Jiu Jitsu, tem demonstrado evolução nos seus ataques e tentativas de anular strikers, e deve ganhar por decisão unânime, etc, etc. Eu admiro quem tenha um olhar mais treinado para poder fazer esse tipo de afirmação, eu gosto de ler essa predições, me sinto um pouco como um menino que quer saber o que aguarda a próxima temporada do seu programa de TV favorito, fora que deve servir de referências para quem curte apostas. Contudo, mesmo sendo ainda um marujo de primeiras viagens nessas análises de luta, percebi uma coisa: essas predições não querem dizer muita coisa. Por mais que muitos deles acompanhem com afinco os combates e possam até possuir conhecimentos práticos de luta, afirmar quem vai ou não vencer um combate é quase tão arrogante quanto predizer um acidente. Pelo menos foi assim com as lutas que aconteceram neste sábado no UFC 132 – Cruz Vs Faber, em especial a de dois veteranos do esporte.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Cheick Kongo: A Ressurreição


Cheick Guillaume Ouedraogo é um lutador de MMA, nascido no dia 17 de maio de 1975, em Paris, na França. Filho de uma Burkinesa com um Congolense, Cheick começou a praticar artes marciais ainda menino, com 5 anos, no Kendo e no Karate. Com o passar dos anos o jovem Cheick se dedicaria a uma série de outras modalidades marciais, como o Muay Thai, Savate, luta Greco-romana e mesmo o Silat Indonésio. Após se profissionalizar em 2001, com a alcunha de Cheik Kongo, numa provável homenagem a terra natal de seu pai, a França teria seu primeiro grande embaixador do MMA, algo que Sarkozy provavelmente prefere ignorar.